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MÚSICA: AFINAÇÃO(E AFIAÇÃO) DE INSTRUMENTOS

O Estado de S.Paulo | Sábado, 7 de julho de 2012 | sabático | S6
por: JOÃO MARCOS COELHO

Organizado pelo paulistano Livio Tragtenberg, O Ofício do Compositor Hoje reúne 14 nomes para traçar a primeira - e contundente - panorâmica deste século do exercício da profissão no Brasil

Mal necessário. É assim que o compositor é visto hoje no Brasil. Compositor sem nenhum adjetivo colado em sua definição - seja erudito/contemporâneo/experimental, popular ou então de música aplicada (trilha para cinema e TV, vinculado a emissoras de rádio, diretor musical e shows de entretenimento, de teatro musical, arranjador para gravações, etc.). "A partir dele toda uma cadeia se abastece gerando capital e trabalho do qual ele pouco participa", escreve Livio Tragtenberg nos Prolegômenos... ao Menos de O Ofício do Compositor Hoje, a primeira panorâmica da profissão no País no século 21. Catorze profissionais, a maioria compositores, aceitaram o desafio de fazer uma (auto)análise reveladora sobre a condição do mais mal-amado dos integrantes da cadeia produtiva da música.

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07-07-2012

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