
| SOBRE O LIVRO | | Assunto: | biografia | | Coleção: | perspectivas | | tradução: | Bruna Torlay | | formato: | 16x23 cm | | páginas: | 1024 | | acabamento: | brochura | | edição: | 1ª 2012 | | peso: | 1348 g | | ISBN: | 9788527309370 |
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Diderot Arthur Mccandless Wilson
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Diderot, de Arthur M. Wilson, é considerado pela crítica especializada e pelos estudiosos a mais completa biografia do grande philosophe do século das Luzes. Nela, reluz toda a complexidade humana e intelectual e todos os paradoxos da vida, das atividades, do espírito e das ideias do Enciclopedista. Com extrema erudição e farta documentação, inclusive descoberta por ele próprio em exaustiva pesquisa, o scholar compôs, numa escritura de largo espectro e grande legibilidade, um retrato de contorno preciso e caracterização detalhada, desfiando a trama de conexões entre a vida e a produção da personagem e fazendo transparecer sua vívida presença artística, social e política naquele mundo. Monumental, o Diderot de Arthur Wilson continua insuperado e fundamental para a compreensão de um homem e de uma época que estabeleceram algumas das bases e dos princípios da modernidade.
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SUMÁRIO 13 Apresentação à Edição Brasileira [Roberto Romano e J. Guinsburg] 15 Prefácio à Parte I: Os Anos de Aprendizado 18 Prefácio à Parte II: O Apelo à Posteridade
parte I OS ANOS DE APRENDIZADO, 1713-1759
23 Prólogo: O Anúncio de um Evento Importante 30 1. A Família de Diderot e Sua Infância 41 2. Diderot se Torna Abade e Vai a Paris 60 3. Casamento Clandestino 71 4. Primeiros Frutos 84 5. O Nascer de um Philosophe 98 6. A História Inicial da Enciclopédia 109 7. Dois Livros Bem Diferentes 119 8. Carta Sobre os Cegos 130 9. Diderot na Prisão 145 10. O Prospecto da Enciclopédia e a Carta Sobre os Surdos e Mudos 159 11. O que os Leitores Encontraram no Volume I da Enciclopédia 181 12. “Até Agora, o Inferno Vomitou seu Veneno Gota a Gota” 192 13. A Enciclopédia Continua 205 14. Ópera Italiana e Gosto Francês 220 15. Os Pensamentos Sobre a Interpretação da Natureza 233 16. “O Homem Nasceu para Pensar por si Mesmo” 253 17. Negócios e Prazer: Um Novo Contrato, Salão da Sra. Geoffrin, Sophie Volland 268 18. “Mudar o Modo Geral de Pensar” 285 19. Tensão Crescente com Rousseau: “Apenas o Homem Mau Vive Só” 299 20. Como Escrever uma Peça: Exemplo e Preceito 315 21. Oposição Ascendente; A Asneira de D’Alembert no Volume vii 333 22. “Eu Tinha um Aristarco […] Não o Quero Mais” 351 23. Sinais e Presságios de Eclipse a Caminho 367 24. O Pai de Família e Da Poesia Dramática 378 25. A Morte da Fênix 389 Epílogo: A Natureza do Triunfo Final
parte II O APELO À POSTERIDADE, 1759-1784
395 26. Fazendo o Inventário 405 27. Novo Ânimo 420 28. Grandval 431 29. A História da Freira (A Religiosa) 441 30. “Aquele Tartufo do Diderot” 452 31. O Pai de Família na Comédie-Française 464 32. Frustração, Autojustificação e Amargura 481 33. Interesse pelo Bem-estar Público 501 34. Diderot Vende Sua Biblioteca 521 35. Perfídia Onde Menos Esperada 547 36. Vida Privada e Alarmes Públicos 563 37. Diderot, Falconet e Catarina ii 579 38. Diderot Filósofo e Crítico de Arte 600 39. “É uma Coisa Realmente Extravagante, a Variedade de Meus Papéis Nesse Mundo” 615 40. O Sonho de D’Alembert (1769) 631 41. Um Envolvimento Perturbador e Suas Consequências Literárias 655 42. “Não Tenho Mais Filha, Estou Sozinho e Minha Solidão é Insuportável” 681 43. Primeira Visita à Holanda e o Paradoxo Sobre o Comediante 693 44. Diderot na Rússia 712 45. Retorno ao Ocidente 726 46. Doutrina Ética: Determinismo e Humanismo 743 47. Verão Indiano 764 48. Últimos Escritos, Má-saúde e Morte 785 Epílogo: O Apelo à Posteridade
789 Lista de Abreviaturas 792 Notas 969 Bibliografia 975 Levantamento de Publicações Sobre os Primeiros Anos de Diderot desde 1957 978 Emendas a Os Anos de Aprendizado 979 Índice RemissivoCOMENTÁRIO(S) ILUMINISTA CONTRA AS TREVAS DO ESPÍRITO
O Estado de S.Paulo | Sábado, 8 de junho de 2012
por: REGINA SCHÖPKE
Houve um tempo, não muito distante, em que os filósofos acreditavam profundamente no poder da razão e, mais ainda, no poder do homem modificar verdadeiramente as condições de sua existência. Talvez o correto fosse simplesmente afirmar que houve uma época em que os filósofos acreditavam mais na própria filosofia - tal como os antigos gregos, que a criaram para enfrentar os abusos de poder do mundo mágico-religioso e de seus “mestres da verdade”.
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OPINIÃO
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